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Quanto custa produzir Shorts com IA? Créditos vs. editor freelancer

Publicado em 20 de julho de 2026 · equipe cut67

cut67 CUSTO Quanto custa produzirShorts com IA?Créditos vs. editorfreelancer cut67.com

Todo criador chega nessa conta: publicar cortes diariamente custa tempo ou dinheiro. Vamos colocar os números na mesa comparando os três caminhos — editor freelancer, fazer você mesmo e IA — para um cenário realista: 4 gravações de 1 hora por mês, gerando ~40 clipes.

Cenário 1: editor freelancer

No mercado brasileiro, um corte simples com legenda custa de R$ 20 a R$ 60 por clipe (editores de nicho cobram mais). Para 40 clipes/mês:

Faz sentido quando você precisa de edição criativa (memes, B-roll, motion) — não para volume de cortes padronizados.

Cenário 2: você mesmo no editor

Custo em dinheiro: R$ 0 (ou a assinatura do editor). Custo real: 40 a 90 minutos por clipe entre selecionar trecho, cortar silêncio, legendar e exportar. Para 40 clipes, são 30 a 60 horas do seu mês — provavelmente a hora mais cara da operação é a sua.

Cenário 3: corte com IA

Ferramentas para cortar vídeo com IA cobram por minutos processados. No cut67, 1 crédito = 1 minuto analisado — e é você quem escolhe o trecho, então o vídeo inteiro não é cobrado de uma vez. A conta do nosso cenário fica assim:

Em ordem de grandeza: o plano mensal custa uma fração do orçamento do freelancer para o mesmo volume — o custo por clipe cai de dezenas de reais para poucos reais, e a entrega vai de dias para minutos. Os valores exatos de cada plano e dos pacotes avulsos ficam na seção de planos, que mostra sempre o preço vigente.

Quando cada modelo vence

Conta rápida: se o seu tempo vale R$ 50/h e você gasta 1h por clipe, cada corte manual custa R$ 50 — mesmo quando não sai dinheiro do bolso. Faça essa conta antes de comparar qualquer mensalidade; costuma ser ela que decide.

Os custos que não entram na comparação

As três contas acima comparam o que é fácil medir. Na operação real existem quatro custos que aparecem em qualquer um dos caminhos e que costumam decidir a diferença:

A conta que importa: custo por clipe publicado

Quase todo mundo divide o valor do plano pelo número de cortes gerados. O número honesto é outro: divida pelo número de cortes que você de fato publicou. Se o mês gerou 40 e você publicou 12, o custo por clipe é mais que o triplo do que a planilha dizia.

Esse número é útil porque aponta para o lugar certo: quando ele está alto, o problema raramente é o preço da ferramenta — é a escolha do material de entrada. Vídeo enviado inteiro "para ver o que sai" produz muitos cortes medianos e poucos publicáveis.

SintomaO que costuma ser
Muitos cortes gerados, poucos publicadosMaterial de entrada longo demais e sem seleção prévia
Retrabalho constante de legendaÁudio ruim na gravação, não a transcrição
Créditos acabando antes do fim do mêsVídeo completo enviado quando bastava um trecho
Clipes prontos que nunca são postadosFalta de rotina de publicação — o gargalo mudou de lugar

Como reduzir o custo sem mudar de plano

  1. Recorte antes de enviar. É a economia mais direta: minuto que não entra não é cobrado.
  2. Salve um template com a cor, a fonte e o estilo de legenda da sua marca. Metade do retrabalho é acerto visual repetido em todo lote.
  3. Trabalhe em lote semanal. Um dia para gerar, revisar e agendar rende mais que abrir a ferramenta cinco vezes na semana.
  4. Revise a legenda antes de gerar, não depois. Corrigir texto custa segundos; renderizar de novo custa crédito.
  5. Reaproveite o acervo. O episódio de seis meses atrás custa o mesmo por minuto que o de ontem, e ninguém do público novo viu — assunto de reaproveitar vídeos antigos do canal.

Quando a IA não é a resposta

Vale dizer o que a conta não mostra. Se o seu volume é de dois ou três cortes por mês, nenhuma mensalidade se paga — o custo por clipe fica alto justamente porque o denominador é pequeno, e faz mais sentido usar pacote avulso ou editar você mesmo. E se o formato depende de edição criativa — memes, B-roll, motion, corte no ritmo da música —, a ferramenta entrega o esqueleto e o trabalho de fato continua com uma pessoa.

O ponto de virada costuma ser volume com constância: a partir de dez a quinze cortes por mês, publicados com regularidade, a conta muda de lado e o gargalo deixa de ser produção para virar curadoria.

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