Cada aplicativo desenha a própria interface por cima do seu vídeo. Veja exatamente onde ela cobre — e onde a legenda pode ficar sem ser tapada.
Sua imagem não sai do navegador. Sem upload, sem servidor, sem cadastro.
TikTok ainda em medição. Reels e Shorts já estão medidos em aparelho real. Preferimos deixar o TikTok em branco a publicar número copiado de terceiros — enquanto isso, a opção "Todas" é a mais conservadora e serve para os três.
Comece por "Todas": é a área livre em todas elas ao mesmo tempo.
Aceita imagem (JPG, PNG, WEBP) ou vídeo (MP4, MOV, WEBM). De um vídeo, a ferramenta usa um quadro do começo.
Quando você publica um vídeo vertical, ele não aparece sozinho na tela. O aplicativo desenha a própria interface por cima dele: a barra do topo, a coluna de botões da direita, o nome do perfil e a legenda do post embaixo.
Nada disso está no seu arquivo. Você exporta um vídeo limpo, confere no computador, e só descobre o problema depois de publicar — quando o botão de compartilhar está em cima da palavra mais importante da frase.
A zona segura é o que sobra: a parte do quadro que nenhum elemento da interface cobre. É onde legenda, texto de apoio e chamada para ação precisam caber.
Porcentagens do quadro 9:16, contadas a partir de cada borda. Arredondadas para fora — a área segura aqui é menor que a real, de propósito.
| Plataforma | Topo | Base | Direita | Esquerda | Medido em |
|---|
A coluna da direita é a que mais varia: ela cresce quando o vídeo tem música identificada, selo de patrocínio ou botão de loja. Quando estiver em dúvida, use a linha "Todas".
Medindo dois aparelhos diferentes, a margem de baixo variou quase dez pontos no mesmo aplicativo. Não é inconsistência do app — é a proporção da tela.
Celular alto, dos 20:9 que são a maioria hoje, é mais comprido que 9:16. Seu vídeo não preenche a tela inteira: sobra tarja, e boa parte da interface fica fora da área do vídeo. Já numa tela mais próxima de 16:9, o vídeo é ampliado até preencher, e aí a mesma interface passa a cair por cima dele.
Por isso as medidas aqui assumem o pior caso — o aparelho em que o vídeo ocupa a tela toda. Num celular alto vai sobrar margem; num celular quadrado, ela é exatamente o que você precisa.
Acima do bloco de perfil e legenda, e à esquerda da coluna de botões. É a região que sobra livre em todas as plataformas medidas ao mesmo tempo.
Topo e base são o território da interface em todas elas. Rosto, texto e logotipo pedem o miolo do quadro.
Em vez de exportar uma versão por rede, respeite a área livre comum — a mais apertada entre elas. O mesmo corte passa a servir todas sem retrabalho.
É a parte do quadro que nenhum elemento da interface do aplicativo cobre. Fora dela ficam a barra do topo, a coluna de botões da direita e o bloco de perfil e legenda embaixo — que aparecem por cima do seu vídeo, não dentro dele.
Não. A imagem ou o vídeo é lido pelo próprio navegador e desenhado na tela do seu aparelho. Nada é enviado, nada é guardado e não existe cadastro.
Servem como referência, não como garantia. A posição dos elementos muda com o tamanho da tela, com a versão do aplicativo e com recursos que aparecem só em algumas contas. Por isso as margens aqui são arredondadas para fora, com sobra.
Na faixa central baixa, acima do bloco de perfil e legenda e à esquerda da coluna de botões. É a região que sobra livre em todas as plataformas já medidas ao mesmo tempo.
Pode. A ferramenta pega um quadro do vídeo e desenha as zonas por cima dele. O arquivo continua sem sair do navegador.
No cut67 você posiciona a legenda no preview e o vídeo sai exatamente como você viu — sem descobrir depois de publicar.
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